Uma incrível reportagem sobre Autismo

No dia 19 de junho o Profissão Repórter fez um programa dedicado aos autistas. Os principais pontos do programa foram a respeito da Inclusão, a maneira que os autistas se comportam na sociedade e quais sãos os melhores tratamentos.

Existem diversos transtornos que acompanham o espectro do autismo, todos eles comprometem o desenvolvimento cerebral na área da comunicação e interação social. No dia 2 de abril deste ano ocorreu o dia mundial do autismo e uma entre várias formas de conscientizar as pessoas a respeito desse transtorno foi a realização de uma caminhada voltada a conscientização que ocorreu na avenida paulista.  

Após a caminhada foi apresentada uma escola que têm vários autistas matriculados, nela tomamos conhecimento de uma expressão preconceituosa, mas que ocorre com uma certa frequência: “Nem parece um autista”. Ir contra essa expressão é dever de uma mãe azul, porque muitas vezes o autista está associado a um estereótipo.

Muita gente não sabe que o transtorno do espectro autista é dividido em três graus: Autismo Leve, Autismo Moderado e Autismo Severo.

O autista severo geralmente não fala, têm grave deficiência intelectual e socialmente isolado.

O autista de grau moderado pode até falar, mas tem grande dificuldade de comunicação e compreensão e pouca interação social.

O autista leve tem dificuldades de interação e comunicação social bem menores.

Nos é apresentado que o único tratamento para os autistas que é comprovado cientificamente são as terapias comportamentais. O objetivo dessas terapias é modificar o comportamento da criança, diminuindo os inadequados e aumentando os adequados. A qualquer momento uma pessoa pode iniciar o tratamento, mas o ideal é começar desde os 3 anos.

Outro ponto levantado na reportagem são os tratamentos com canabidiol (cbd), é um dos princípios ativos da maconha que foi liberado em 2015 para uso terapêutico. Uma das famílias entrevistadas teve a liberação da ANVISA para importar o remédio, mas tem um custo de R$1700,00 mensais. Esse valor está fora da realidade de muitos brasileiros e para suprir essa necessidade existe uma associação em João Pessoa chamada Abrace, ela produz o medicamento e o distribuí de forma gratuita.

Essas foram os principais pontos abordado na reportagem, você pode assisti-la clicando aqui.

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